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Categoria: natal
12 de Dezembro de 2018

O que você não sabe sobre a história do Panetone

O panetone


O panetone é um misto de bolo e pão doce muito fofo e com frutas cristalizadas e uvas passa e em sua constituição. Ele é adorado a décadas pelo mundo todo, especialmente em época de Natal, e em alguns lugares também na época da Páscoa, com o nome de Columba Pascal.
Sua fermentação natural garante uma massa fofinha e saborosa, enriquecida com o aroma de baunilha.
Com o passar dos anos o panetone foi se diversificando, e o panetone que antes era apenas de frutas secas e cristalizadas, passou a ser também de chocolate, sorvete, doce de leite, goiabada, e outras infinitas misturas, também acabou em alguns casos cobertos por chocolates ou açúcar de confeiteiro.
Há em alguns lugares até panetones salgados, recheados com calabresa, com Bacon, com queijos e muitos outros recheios. Mas uma coisa é certa, em todas as versões ele manteve o sabor e a magia do Natal.

A origem


Mas o panetone não é uma iguaria nova, ao contrário ele é bem antigo e teve sua origem na Itália, na cidade de Milão. A data e a história de sua origem são bastante controversas, mas sempre com um personagem em comum: um padeiro chamado Toni.
A primeira versão é de que ele foi inventado ente 1450 e 1500 por  um padeiro chamado Toni que trabalhava na padaria Della Grazia, e era apaixonado pela filha do patrão.
Querendo agradar o futuro sogro, fez essa mistura de massa com as frutas, e presenteou o sogro, que colocou a venda em sua padaria, o sucesso foi tão grande que eram feitas filas para comprar o Pani di Toni (pão do Toni), que mais tarde evoluiu para Panettoni.
Com esse feito Toni conseguiu a mão de sua amada e com ela casou-se alguns anos depois. A segunda versão conta que entre 1490 e 1500, Ludovico Sforza, também conhecido como Ludovico o Mouro, que comandava o governo de Milão, encomendou nas vésperas de Natal uma ceia contendo pães e tortas a uma padaria.
O padeiro Toni, que já estava exausto foi incumbido de trabalhar no pedido de Ludovico, e na hora da confecção das tortas e pães, se confundiu e colocou as frutas destinadas as tortas nos pães, e como não houve tempo para corrigir, Toni entregou os pães daquela forma mesmo, como se fosse uma nova invenção.
Acontece que os pães foram um grande sucesso na ceia, e foi batizado pelo próprio Ludovico como Pani di Toni, e essa virou uma de suas sobremesas prediletas, fazendo constantes pedidos a Toni.
A terceira versão, que é bem parecida com a segunda, e diz que na mesma época, entre 1490 e 1500, havia na corte imensos banquetes na ceia de natal, porém em um natal o padeiro Antônio deixou queimara sobremesa, reatando apenas as sobras das massas cruas e as frutas cristalizadas e as secas, sem ter o que fazer, Antônio misturou tudo e levou ao forno.
Na ceia foi servido como uma nova iguaria, que imediatamente caiu no gosto de Ludovico (o Mouro), que perguntou o nome da sobremesa, sem ter uma resposta, Ludovico a chamou de Pani di Toni. E logo o Pani di Toni estava sendo servido em toda a corte.
A quarta versão conta que por volta de 1500, um padeiro que trabalhava em uma padaria preparando os pães para o dia seguinte se distraiu e colocou uvas passa em um pão doce, como a produção havia consumido todos os ingredientes e ele não tinha como corrigir isso, colocou frutas cristalizadas e apresentou como uma grande novidade ao seu chefe, o dono da padaria.
Esse ao experimentar o pão, ficou tão maravilhado com a novidade que o batizou como Pani di Toni, e esse se tornou um grande sucesso, sendo durante anos o carro chefe de sua padaria.
Existem mais algumas versões, mas todas tendo o padeiro Toni como personagem. Sendo assim, podemos agradecer ao Toni! O panetone chegou ao Brasil através dos imigrantes italianos, e aqui permanece até hoje como uma tradição de natal.

@docesmakmassas